Estás no meio dos Estados Unidos …
Sábado, 31 Outubro, 2009e encontras bacalhau (é certo que eram postas finas), choquinhos, polvo, estômago de porco, moelas, patas de galinha …
onde estás?
Resposta: Num supermercado chinês.
e encontras bacalhau (é certo que eram postas finas), choquinhos, polvo, estômago de porco, moelas, patas de galinha …
onde estás?
Resposta: Num supermercado chinês.
Com o próximo pensamento tento desculpar-me por tão longa ausência.
Porque são preciso é bons post. E uma frase pode ser mais útil do que mil blogs?
O normal título do post (não fosse o vazio anterior) seria qualquer coisa como “Ironia”.
E de facto é irónico que:
“Depois de 20 anos a fazer crer que não vale a pena acreditar
queriam que, ainda acreditássemos (na utopia deles).”
Ou seja, “não vale” sonhar a não ser que seja “o sonho oficial”.
No dia 29 de Maio, deste ano, foram publicados os decretos regulamentares 9/2009, 10/2009 e 11/2009.
O ‹‹9›› define o modo de representação (cartografia) dos instrumentos de gestão territorial.
O ‹‹10›› fixa os conceitos técnicos no domínio do urbanismo. (O que é área de construção?)
O ‹‹11›› determina critérios para a diferenciação entre solo rural e urbano.
Estes diplomas estavam previsto pelo Decreto-Lei n.º 380/99.
Mas, em que prazo?
A regulamentação expressa no ‹‹11›› previa-se aprovada em 120 dias.
O ‹‹9›› e o ‹‹10›› em 180 dias.
Levou dez anos.
A lingua dos acostumados dirá: ‹‹Mais vale tarde do que nunca.››
Mas, quando algo vem tão tarde, só pode servir ‹‹a terra do nunca››.
A acção tem prazo de validade.
Em nome de um rigor cientifico a ADENE demora 3 meses a corrigir um teste e um trabalho prático, de cada candidato a perito qualificado.
Mas, quando esse perito qualificado ficar habilitado e preencher no site dessa entidade um certificado energético, introduzindo centenas de medidas, factores, truques e esquecimentos; verá que o último parâmetro, (R) que relaciona Ntc/Nt, valor tão importante que condiciona a classe energética do seu projecto (A+ a B-), não se encontra calculado segundo a legislação.
O despacho n.º 10250/2008, em coerência com a norma EN 15217, define em 4, do artigo 3.º que: A classe energética é A+ se, R ≤ 0,25.
Acontece que, passado um ano (de site no ar), a ADENE continua a não saber arredondar um número.
Se a relação obtida pelo projecto se cifrar em 0,252 o programa que emite o certificado ou DCR exibe um valor A.
0,252 é menor que 0,25. Mas a ADENE, não sabe, não explica a sua matemática (de um aluno do ensino básico).
Quando lhe dei uma ‹‹Bic››, num gesto de filantropia ou outra coisa, (ainda bem que não lhe disse que era para ‹‹usar na escola››); pegou no instrumento, e de imediato; a experimentou (riscou) sobre o corpo.
(Há quem se desenhe no próprio desenho; há quem desenhe no corpo.)
Era um índio!
O cosmos é para ser mudado (decorado) não é uma coisa exterior (para ser descoberta).
Ou é a mesma coisa?
como instrumento musical.
Eles, havia pouco (continua a haver), solicitavam:
‹‹produtividade››.
Cegos do tempo.
Tempo em que nem todos os corpos nus envolvendo os carros nos farão desejá-los.
(Não mais os esmagarão.)
Momento em que toda a propaganda da tecnologia de ponta … murchará!
Os ‹‹Magalhães›› substituídos por instrumentos musicais.
O progresso histórico transformado em Música.
Eles não sabem (mas, espero que tenham pesadelos).
Ok, tudo bem … que a conjuntura (ou soltura?) da situação tenha surpreendido os espíritos mais rectos. De modo, que agora não saibam como reagir. O que fazer?
Tudo bem, que ‹‹a cena ecológica›› está na moda.
Mas, tomar medidas (,e propagandear) que mais não são que:
Patrocínio a banhos quentes!
O slogan, do ministro (da economia, é disso que se trata) devia ser:
Financio banhos quentes!
Mais de 1600 euros para banhos.
Eles não sabem o que fazem?
A semana passada descobri que tinha sido recenseado. Pelo SIGRE.
Quem quiser verificar em:
www.recenseamento.mai.gov.pt
Como ando muito ocupado, razão por que estas mesagens escasseiam, ainda não tive tempo de equacionar que medidas tomarei.
Para actuar na minha libertação.
Sei que não estou só!
… deverão ser lidas, ainda, como um afinar de instrumentos, antes da execução de uma peça musical. Aqui não encontrar-se-á, portanto, a consistência de toda a métrica musical composta, nem espaço para as passagens que provassem, eventual, virtuosismo técnico do executante. Apenas se dá um passo necessário, para que tudo, o que vier a seguir, se relacione.
Para que não haja no futuro sons dissonantes, podemos ter de os ouvir agora.
…
De certo modo, não estamos sequer perante ‹‹o lá›› para afinação dos instrumentos. Antes, temos ainda, de ser ‹‹luthier›› e fabricar os próprios instrumentos.